O que sempre queremos nem sempre está disponível. Temos que desistir de sonhos para que possamos crescer e continuar nosso caminho. Retomaremo-os depois? Ou por comodismo, não lutaremos mais por aquilo que prezamos?
A partir de quais escolhas temos que desistir de nossos sonhos? Seria errado, correto ou necessário?
Seria ousado? Seria precipitado? O que seria senão tivéssemos os sonhos? Vazio, incompleto.
Dos meus sonhos tiro minha vontade de viver, de crescer e realizar metas que, por mais impossíveis que sejam, acabam sendo possíveis de tanta persistência. Muitas vezes tive que mudar meu jeito, necessidade de me reconhecer diante das atitudes dos outros: quem sou eu pra falar dos sonhos alheios? Ninguém pode viver o sonho do outro, muito menos opiná-lo. Tive que me adaptar ao mundo, pois percebi que tudo é movido por esse subjetivismo, essa substância que tem forças milagrosas e , ao mesmo tempo destruidoras, é a chave pra que todos possam viver um com o outro, respeitar sonhos alheios e construí-los junto.
O mais legal é que ninguém entende , ou consegue perceber suas significações. Seriam símbolos, desejos, previsões? Seriam alertas? Ninguém sabe, apenas vamos seguindo -os , acreditando fielmente no que propôs a conseguir, a realizar. Não pensamos nas consequências, nos males que cada sonho pode trazer... Ai seriam pesadelos?
Até que ponto vale a pena lutar pelo seu sonho? Será que um sonho pode nos prender da vida, sendo que ele mesmo que nos da vida? O mais legal de ter a possibilidade de desistência é que sempre conseguimos um novo, e tudo se recicla, tudo melhora( ou piora). Então, valeria a pena se desprender de um sonho que está fazendo mal, para que assim, pudesse recomeçar com outro? A possibilidade de serem sonhos bons ou não dependem de suas escolhas , e não do universo.
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